Bodybuilding — O marketing do bem deixa forte e faz crescer

O Brasil escreveu recentemente mais um capítulo na história mundial do esporte. 


Resultados incríveis colocaram o país no topo bodybuilding e no centro das rodas de investimento no esporte.


Veremos por quê. Pois tudo isso tem uma causa fundamental, seguida de outras secundárias, porém não menos importantes.


O atleta Rafael Brandão eternizou sua assinatura no livro dos notáveis ao tornar-se o primeiro fisiculturista brasileiro a vencer um campeonato profissional na categoria Open.


Aquela, dos gigantes, dos monstros.



Além do ineditismo de seu feito, o atleta devolveu o Brasil à categoria máxima do Mr Olympia, após três décadas sem nenhum representante. Além de Brandão, Ramon Queiroz e Francielle Matos garantiram os 5º e 1º lugares, respectivamente, também no Olympia.


O jovem Ramon viria ainda a garantir um 2º lugar no Arnold Classic, o segundo campeonato mais importante do planeta.



Ocorre que para competir no profissional é preciso profissionalizar-se. Por óbvio que pareça, as licenças profissionais sempre foram uma peça de tropeço para os brasileiros.


Os atletas, tal qual um Sísifo em sua angústia sem fim, precisavam rolar a pedra anos a fio, rodando o país e o continente em busca de sua qualificação, o chamado Pro-Card.


Não havia empresas dispostas a investir em eventos no Brasil. Estes eram sobretudo precários, improvisados, exaustivos. Eram raras as competições de maior importância.


Superar tudo isso seria impossível sem a internet. As marcas entenderam com precisão a oportunidade que vinha se insinuando no horizonte.



A rede demonstrou que conquistar o público tornou-se melhor do que interrompê-lo, como fazem os comerciais de TV e as abordagens diretas e pessoais.


Como diria Seth Godin, “a mídia de massa está morta. Vida longa à mídia de nicho!”.


A partir daí, cada empresa transformou-se numa máquina de informações; ao mesmo tempo rompendo o véu da mediação dos meios tradicionais e aumentando a eficiência de sua oferta.


E como só é lembrado quem é visto, com marcas como Max Titanium, Growth e Integral Médica, uma mídia forte e um público interessado para lotar a platéia, os shows classificatórios profissionais tornaram-se viáveis no país e democratizam muito o acesso.



Em marketing, se diz que a melhor maneira de vender é "amar" o cliente. 


Pois é amando-o que se promovem, a partir das técnicas e ferramentas de comunicação, produtos que solucionem um problema real.


A venda pela venda, o fechamento forçado, a entrega duvidosa, já não se sustenta. Um deslize, um ato de desonestidade, e o rastilho de pólvora é aceso sobre sua credibilidade.


Pense bem: os clientes têm acesso a todo tipo de informação sobre as empresas. Não leva muito tempo para que charlatões caiam na malha fina e fiquem com má reputação. 


Vox Populi, vox Dei.


Sendo assim, cabe perguntar:


... quantas pessoas voltaram a caber numa calça, reduziram a pressão arterial e as dores no joelho com suplementação e dicas de dieta?

...quantas não ganharam massa, aumentaram a definição, fortaleceram músculos e ligamentos com dicas de treino e postura?

...quantas conseguiram se levantar da cama, recuperaram a autoconfiança e a auto-estima a partir dos resultados obtidos nos ferros?


Sanar tantas dores com produtos e informações permitiu às empresas escalar seu faturamento, financiar atletas e colocar o Brasil no radar das federações profissionais.


De homens das cavernas e outsiders, os atletas passaram a poster boys de uma indústria bilionária e à inspiração para milhões de expectadores e entusiastas.


De acordo com a International Health, Racquet & Sportsclub Association, o mercado fitness nacional alcançou a marca de US$ 2,1 bilhões em 2019.


Somados, seriam mais de 10 bilhões de reais hoje.


São 35 mil espaços espalhados pelo país para puxar ferro, pedalar, correr e dançar. O que faz do Brasil a segundo país com mais academias no mundo, atrás somente dos EUA, com 40 mil.


E apesar de todos esses números, apenas 5% da população frequenta academias e centros esportivos. Isso é nada. Há um mar azul em potencial de crescimento.


Some-se a isso um verdadeiro exército de personals, profissionais da saúde, laboratórios, produtores de conteúdo, a indústria da moda, estética, de equipamentos e materiais esportivos de toda sorte.


O que você tem é uma grande revolução na forma de gerar renda, melhorar a qualidade de vida do público e financiar atletas.


The iron never lies.